quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Você conhece a nintendo!? provavelmente sim mas se não vou resumir para você. Nintendo foi a terceira maior empresa de games do mundo em 2017. E um de seus jogos foram:

1. The Legend of Zelda: A Link to the Past
Super Nintendo Clássicos

Embora a grande maioria das franquias de sucesso da Nintendo tenham nascido ainda no NES, foi no Super Nintendo que elas brilharam de verdade. Praticamente todas essas séries alcançaram o apogeu e tiveram seus melhores títulos chegando no SNES, como é o caso de The Legend of Zelda com A Link to the Past.
A aventura de Link através dos tempos é, sem sombra de dúvidas um dos maiores games do console, sendo lembrado até hoje pelo seu nível artístico, seu enredo sua excelente jogabilidade. Trata-se de uma evolução tão grande em relação ao que já vinha sendo feito na saga que é difícil acreditar que tudo aquilo foi feito ainda em uma época bastante limitada dos games.
Não por acaso, A Link to the Past volta e meia aparece na lista de melhores jogos de todos os tempos e sempre é lembrado por fãs — e pela própria Nintendo, que fez um enorme alvoroço ao anunciar a sequência direta do game, A Link Between Worlds, lançado há pouco tempo para 3DS.

2. Chrono Trigger
Super Nintendo Clássicos

Curiosamente, outra aventura focada em viagens temporais. Chrono Trigger é outro game que ultrapassou gerações — com o perdão do trocadilho — e que segue sendo lembrado até hoje como um dos melhores de todos os tempos. E não sem motivo. Desenvolvido por aquela que era a nata dos RPGs dos anos 90, o game reuniu o Dream Team do gênero, incluindo designers e roteiristas responsáveis pelas séries Final Fantasy e Dragon Quest. Para completar o pacote, trouxeram o artista Akira Toriyama, criador de Dragon Ball, para criar os personagens. E o resultado dessa mistura foi algo fenomenal.
Chrono Trigger traz uma história envolvente, personagens carismáticos, uma trilha sonora memorável e um trabalho artístico de cair o queixo. Além disso, ele trazia diversos finais, que mudavam de acordo com as ações tomadas pelo jogador e pelo caminho que ele tomava na história algo bastante revolucionário para a época.

3. Super Mario World
Super Nintendo Clássicos

Embora seja quase um consenso de que o melhor Mario de todos os tempos é Super Mario Bros. 3, não há como não falarmos de Super Nintendo sem citar Super Mario World. Além de ser o jogo presente em praticamente todos os SNES vendidos por aqui, o game realmente trazia um salto absurdo de qualidade em relação ao seu antecessor. A parte visual do jogo foi totalmente reimaginada, deixando o mundo bem mais colorido e com os traços que perduram até hoje.

Além disso, Super Mario World introduziu várias mecânicas que a Nintendo ainda mantém nos jogos do herói, como o salto giratório. Isso sem falar da grande estreia de Yoshi, o simpático dinossaurinho que virou um dos principais companheiros do bigodudo ao longo das últimas duas décadas e meia. Se isso tudo não faz um clássico, não sei mais o que pode definir um.

4. Super Mario Kart
Super Nintendo Clássicos

Deixando as plataformas de lado, o mascote da Nintendo aproveitou o sucesso do SNES para se aventurar em outras áreas, como a pilotagem de karts. E a brincadeira realmente deu muito certo e Super Mario Kart se transformou em uma das séries derivadas de maior sucesso da empresa. Afinal, como juntar todos os personagens da Big N para uma partida amistosa de kart poderia dar errado?
Na época, o game era bem mais simples do que as suas sequências, que trouxeram carros mais variados e diversos tipos de itens. Porém, mesmo sem grandes firulas, o game original foi garantia de diversão e era um dos títulos mais disputados em qualquer locadora nos anos 1990.

5. Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest
Super Nintendo Clássicos

Vamos combinar que todos os três games da série Donkey Kong Country são excelentes, mas o segundo capítulo é excepcionalmente sensacional exatamente por conseguir dosar as novidades de seu antecessor com suas próprias inovações na medida certa. Com um gráfico que era o mais próximo do real que podíamos imaginar na época, o jogo trazia uma aventura desafiadora, com uma ótima trilha sonora e com os macacos mais carismáticos dos videogames que realmente conquistou todo mundo.
Aliás, a saga Country também nasceu no Super Nintendo e marcou uma revolução na história do gorila Donkey Kong. O personagem era apenas um vilão da Nintendo que acabou ganhando uma nova faceta, que perdura até hoje.

6. Earthbound
 Super Nintendo Clássicos

Earthbound não chegou a ser muito popular no Brasil, mas isso não tira o fato de ele ser um dos RPGs mais marcantes do Super Nintendo. Deixando de lado a temática fantástica e medieval do gênero, o game trazia uma aventura protagonizada por um grupo de crianças em uma cidade normal, como a nossa. Só isso já era motivo para fazê-lo ser completamente diferente de tudo o que tínhamos visto.
Só que ele ainda trazia um texto excelente, com ótimo diálogos e um humor raro nesse tipo de jogo, que sempre quis ser tão épico. Não por acaso, o pedido dos fãs por uma sequência é constante e sua chegada ao Virtual Console foi mais do que comemorada.

7. Final Fantasy III (que, na verdade, é o VI)
Super Nintendo Clássicos

Embora sempre tenha sido um sucesso no Japão, Final Fantasy demorou para pegar no tranco no Ocidente, o que fez com que a antiga Squaresoft o lançasse fora de ordem por aqui. Assim, o Final Fantasy III que chegou aos Super Nintendo da época era, na verdade, o que hoje chamamos de Final Fantasy VI. Porém, desconsiderando essa salada, ainda se trata de um dos melhores games da série — tanto que muitos o consideram melhor até mesmo que o VII.
O grande apelo desse Final Fantasy está em sua história, focada na personagem Terra, e se passa em um mundo em que a magia foi extinta e um grupo de generais tenta reconquistá-la para fins não muito amigáveis. A partir desse conflito entre o mágico e o tecnológico, acompanhamos o desdobrar sobre o ponto de vista de Terra em uma das aventuras mais memoráveis de toda a saga.

8. Super Metroid
Super Nintendo Clássicos
Samus já havia feito sua estreia no NES, mas foi com Super Metroid que a heroína alcançou seu voo mais alto. O jogo trazia a fórmula que já havia sido apresentada antes, mas evoluída em vários aspectos. A exploração do planeta Zebe contava com um level design bastante elaborado que priorizava tanto a ambientação quanto a própria ação, fazendo com que o título fosse um dos mais envolventes e desafiadores do Super Nintendo.
O sucesso foi tanto que nem mesmo a Nintendo conseguiu acertar a mão direito. Embora as demais sequências tenham mantido a qualidade, nenhum deles chegou perto de Super Metroid.

9. Super Street Fighter II Turbo
Super Nintendo Clássicos
O segundo Street Fighter é, sem sombra de dúvidas, um daqueles clássicos eternos e era óbvio que ele tinha de aparecer nessa lista. O game foi responsável por colocar Ryu e Ken no panteão dos personagens mais conhecidos dos games, além de popularizar os jogos de luta nos consoles — o que abriu a porta para outros títulos memoráveis, como veremos a seguir.
O grande mérito de Super Street Fighter II Turbo foi adaptar as mecânicas que eram sucesso no fliperama para os consoles de maneira competente, além de introduzir todo um sistema mais complexo de combate que exigia muita técnica — embora fosse completamente possível aproveitar só esmagando alguns botões. Isso tudo ajudou a fazer com que a série caísse no gosto do público e virasse um fenômeno até hoje.

10. Mega Man X
Super Nintendo Clássicos

Quando todo mundo já estava acostumado a ver o simpático Mega Man com seu visual mais infantil, eis que surge a sua versão X. Com um design um pouco mais maduro, uma nova galeria de personagens e vilões marcantes, Mega Man X conseguiu fazer uma verdadeira revolução dentro da série, o que tornou o herói ainda mais popular.
Só que essas novidades não se resumiram apenas à parte estética, mas também à jogabilidade. O game introduziu o sistema de dash e de pulo na parede revolucionou todo o level design e a forma de interagir com o cenário. Isso tudo deu um ritmo novo ao título e ao estilo como um todo.

11. Star Fox
Super Nintendo Clássicos

A raposa espacial pode até não estar em seus melhores dias atualmente, mas teve uma época em que Star Fox era um divisor de água. A série fez sua estreia no Super Nintendo e rapidamente conquistou uma legião de fãs ao trazer um complexo sistema de combate de naves, focando na agilidade do combate e em gráficos tridimensionais que eram algo realmente revolucionário para a época.

12. Final Fight

Final Fight deveria ser uma sequência do primeiro Street Fighter, mas se transformou em algo tão diferente que acabou evoluindo para algo novo. E isso foi ótimo, já que o game conta com uma identidade única, muito por causa da ambientação urbana.
A geração do Super Nintendo foi terreno fértil para vários Beat ‘em Up, e Final Fight foi um dos principais responsáveis pela popularização do gênero. Controlando personagens como Hagar, Cody e Guy, o jogador precisava cruzar Metro City dando pancada uma série de criminosos para resgatar a mocinha. Um clássico da porradaria.

13. International Superstar Soccer (e variações)
Super Nintendo Clássicos

Muito antes da guerra entre PES e FIFA, uma única série reinava soberana sobre os gramados: International Superstar Soccer. A série foi responsável por eternizar o craque Allejo no imaginário popular, além de garantir a diversão de muita gente na frente do Super Nintendo. Com jogabilidade simples e uma narração característica, a série fez um sucesso estrondoso no Brasil por razões óbvias.
Só que, por aqui, ainda havia um ponto extra. Além do game original, o brasil arranjou um jeito de trazer vários hacks ao mercado. Eram variações em espanhol e até mesmo uma edição inspirada no Campeonato Brasileiro. Em uma época em que ninguém sonhava em ver os clubes do Brasileirão licenciados, jogar com Palmeiras ou Flamengo era o sonho de todo torcedor.

14. Mortal Kombat II
Super Nintendo Clássicos

Se Street Fighter 2 ajudou a estabelecer os jogos de luta nos consoles, Mortal Kombat surgiu para mostrar que videogame não era mais coisa de criança. Com gráficos realistas e muito — mas muito mesmo — sangue, o jogo gerou polêmica pela violência, mas logo caiu no gosto dos jogadores. E foi com Mortal Kombat II que os elementos básicos da série acabaram sendo eternizados.
O game ampliou seu elenco, trazendo alguns dos heróis e vilões que logo viriam a se tornar os queridinhos dos fãs, como Jax, Kung Lao e Shang Tsung, que desta vez estava disponível como personagem jogável. Além disso, os visuais ficaram mais refinados, o que melhorou também a jogabilidade e deixou as coisas bem mais brutas.

15. Killer Instinct
Super Nintendo Clássicos

Com o sucesso de Mortal Kombat, era óbvio que outras empresas tentariam pegar carona nesse novo nicho. Foi quando nasceu Killer Instinct. Durante os anos 1990, quem tinha o cartucho preto do game automaticamente se tornava o rei do pátio da escola, pois o jogo já mostrava sua "maldade" na cor de sua fita. E o game em si não ficava para trás.
Com personagens bem mais agressivos — Fulgore, por exemplo, é a epítome de tudo aquilo que era popular na época — e uma jogabilidade brutal, mas bastante ágil, Killer Instinct logo se tornou memorável, principalmente pelos gritos de "Combo Breaker" que surgiam a todo momento.

16. Top Gear

Se você perguntar um jogo de corrida inesquecível, é quase certo que os fãs mais velhos vão citar Top Gear. Sem a pretensão de ser um simulador de direção como os games atuais, a única preocupação do jogo era ser divertido do começo ao fim — e ele conseguia fazer isso muito bem e aos gritos de “Banzai!”.
Embora trouxesse veículos um tanto quanto genéricos, os demais elementos compensavam com momentos únicos. Os cenários, por exemplo, eram os grandes atrativos. Isso sem falar da trilha sonora que é lembrada até hoje.

17. Goof Troop
Super Nintendo Clássicos

Pode parecer sem sentido listar um jogo do Pateta entre os melhores do Super Nintendo, mas é impossível ignorar o clássico Goof Troop. Isso porque ele foge de todas as convenções que se espera de um game da Disney, deixando de lado a simplicidade do estilo plataforma para trazer um puzzle focado no multiplayer muito complexo.
Desenvolvido pela Capcom, o game trazia todo um sistema de enigmas, a necessidade de avançar e voltar pelos mapas e um inventário limitado que forçava o jogador a pensar bem suas ações antes de sair coletando tudo pela sua frente. O que pouca gente sabe é que essas mecânicas foram criadas por Shinji Mikami para o título, mas que acabou reaproveitando em um projeto futuro, um tal de Resident Evil.

18. Super Star Wars: Return of the Jedi
Super Nintendo Clássicos

Uma das séries cinematográficas de maior sucesso do mundo certamente ia fazer muito barulho nos games. E a adaptação de O Retorno de Jedi fez isso muito bem, trazendo ótimas cenas de ação, recriou momentos do filme e trouxe ainda um elenco bastante variado, o que serviu apenas para animar os fãs.
Podendo controlar Luke, Han Solo, Chewbacca, princesa Leia e até um Ewok, o game conseguiu trazer todos os acertos dos games anteriores ao mesmo tempo em que evoluiu muito bem à série. Foi um ótimo fechamento para a trilogia.

19. Rock & Roll Racing
Super Nintendo Clássicos

Se Mario Kart trouxe o caos para as pistas, Rock & Roll Racing levou isso a um novo nível. O game adotava uma temática mais radical, com carros envenenados correndo em pistas em outros planetas ao som do mais puro rock. Mesmo com as limitações do hadware do Super Nintendo, a ótima seleção de músicas é o que ajudou a fazer com que este jogo se tornava inesquecível.
Um dado curioso e que pouca gente sabe é que o estúdio que criou esse clássico viria a se transformar no que a gente conhece hoje como Blizzard.

20. Super Bomberman
Super Nintendo Clássicos

Um dos jogos mais populares do Super Nintendo e também um dos responsáveis pelo término de muitas amizades. A ideia de colocar dois personagens em uma arena para se explodirem é bastante simples, mas que volta e meia terminava em briga. Só que isso não tira o fato de que o game sempre foi muito divertido.
O grande mérito de Super Bomberman foi fazer com que essa ideia acontecesse em diferentes arenas, uma sempre bem diferente da outra, o que criava uma dinâmica nova a cada fase. Além disso, o jogo trazia vários itens que forçavam os jogadores a alterarem suas estratégias a todo momento.

21. Aladdin
Super Nintendo Clássicos

Outro clássico da Disney, Aladdin se tornou um dos jogos mais lembrados do Super Nintendo graças à sua simplicidade. Com um visual muito fiel à animação original e fases que remetiam ao filme, o jogo pegou carona no sucesso da história e soube aliar isso muito bem a uma jogabilidade bastante acessível, mas que ainda era bastante desafiadora.
A prova de que este é um dos jogos mais lembrados do SNES é o fato de que ainda tem gente que sabe de cor alguns passwords das fases.

22. The Adventures of Batman & Robin
Super Nintendo Clássicos

Outro jogo que fez muito sucesso no embalo de uma animação foi The Adventures of Batman & Robin, que trazia o Homem-Morcego para a tela do Super Nintendo. E o game fez isso muito bem ao recriar o clima sombrio do desenho, com um visual excelente e trazendo toda a galeria de vilões em fases muito criativas. Para os fãs do herói, trata-se de um prato cheio até hoje.

23. X-Men: Mutant Apocalypse
Super Nintendo Clássicos

Nos anos 90, os mutantes da Marvel estavam no seu auge. Os quadrinhos vendiam como nunca e a animação que passava na TV apenas aumentava o número de fãs. E essa combinação foi mais do que perfeita para fazer com que os mutantes estrelassem um game de sucesso.
A ideia de Mutant Apocalypse, como o próprio nome já sugere, foi trazer toda a loucura da saga do Apocalipse para os jogos. Controlando diversos heróis, o jogador devia avançar pelas fases enquanto derrotava as ameaças impostas por En Sabah Nur. E o grande diferencial é que cada personagem continha uma história própria, o que fazia com que jogar com Wolverine, Ciclope, Gambit, Psylocke e Fera fosse bem diferente entre si.

24. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time
Super Nintendo Clássicos
O jogo das Tartarugas Ninja é um resumo de muitas coisas que vimos nessa lista: viagem no tempo, Beat ‘em Up e franquias de sucesso. É uma fórmula que não tinha como dar errado, principalmente quando aproveitava tão bem o bom humor das quelônias lutadoras.
O game trazia vilões clássicos do desenho animado, mas também apostava em personagens inéditos, o que fazia com que a viagem temporal rendesse ótimos momentos. O game até ganhou um remake para PS3 e Xbox 360, mas não obteve o mesmo êxito.

25. Spider-Man & Venom: Maximum Carnage
Super Nintendo Clássicos

Com o desenho animado do Amigão da Vizinhança explodindo na TV, era óbvio que ele teria de aparecer nos jogos. Só que Maximum Carnage vai além de simplesmente replicar a animação. Na verdade, ele trazia muitos elementos dos quadrinhos, incluindo vários personagens que só tinham aparecido por lá. Além disso, a possibilidade de controlar o anti-herói Venom era um diferencial e tanto para a época.

É curioso ver como a Marvel conseguia fazer bons jogos na época do Super Nintendo, algo que ela parece ter perdido com o tempo. Tanto que foi graças ao game que muita gente ficou conhecendo o vilão Carnificina, responsável por um dos cartuchos mais legais do SNES: todo vermelho.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Vc se lembra? Cartoon

Você conhece a cartoon!? Provavelmente sim, se não você mora em uma caverna, ou não tem TV acabo.
bom resumindo a Cartoon Network e o maior canal de desenho do planeta. Foi criada por Betty Cohen em 1 de outubro de 1992.

E seus desenhos mais famosos foram


As Meninas Superpoderosas


Quem não se lembra da excêntrica cidade Townsville. Lá, viviam Docinho, Lindinha e Florzinha, três irmãs que foram criadas pelo professor Utonium que, acidentalmente, derrubou o elemento X que deu a elas superpoderes. Apesar de serem poderosas e terem como missão salvar a cidade, são meninas muito meigas e delicadas. O vilão da história é o Macaco Louco, ex-assistente de laboratório do professor.

Johnny Bravo


Com seu topete loiro, corpo sarado e seus inseparáveis óculos escuros, Johnny Bravo passou as quatro temporadas da série procurando uma namorada. O problema é que ele não era muito inteligente e ainda tinha uma auto estima alta demais, o que colaborava na hora de levar foras. Com um comportamento infantilizado, ele era super protegido pela mãe Bunny Bravo.

Coragem, o Cão Covarde

 
Coragem é um cão medroso que vive em uma fazenda no meio do nada, no Kansas, onde frequentemente acontecem eventos sobrenaturais. Ele vive aterrorizado com esses acontecimentos, mas sempre consegue superá-los e salvar seus donos, um casal de idosos em que o marido o trata mal. 

O Laboratório de Dexter


Do cartunista Genndy Tartakovsky, O Laboratório de Dexter começou como curta no "Desenhos Incríveis". Na história, Dexter é um pequeno gênio que vive a pesquisar em seu laboratório e tem que lidar com a irmã pentelha Dee Dee e com seu inimigo Mandark, que está sempre à postos para atrapalhar seus planos.  

Du, Dudu e Edu



Com pinta de malandro, o trio Du, Dudu e Edu vivia pelas ruas da cidade de Vancouver tentando ganhar dinheiro para comprar balas de caramelo. Foi ao ar em 1999 e teve seis temporadas. 

Ben 10

 O grande sucesso do momento, Ben 10 é um garoto que usa um relógio de pulso que na realidade se trata de um dispositivo extraterrestre que o permite se transformar em dez alienígenas diferentes.

Dragon Ball Z


A continuação da série Dragon Ball (que passou brevemente no SBT) foi um fenômeno entre os jovens da época. Quem viu, vibrou com a transformação de Goku em Super Sayajin e levantou os braços para mandar energias para a Genki Dama.

Pokémon


Pokémon foi um fenômeno de vendas por todas as plataformas em que passou. Seja através dos games, revistas e desenhos animados, todas as crianças na época sabiam de cor o nome das 150 criaturas. Curiosidade: o desenho continua até hoje, mostrando um Ash um pouco mais velho que ainda não se tornou o melhor treinador Pokémon do mundo.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Franquia smash

Super Smash Bros. (大乱闘スマッシュブラザーズ, Dairantou Sumasshu Burazāzu) é uma série de jogos de luta e ação com crossovers criada e dirigida por Masahiro Sakurai, na qual o jogador controla os personagens da franquia de jogos eletrônicos da Nintendo, onde se enfrentam em batalhas. Pode ser jogado nos modos single-player e multiplayer, com até quatro jogadores simultâneos.
O jogo tem como objetivo de arremessar os adversários para fora da arena, em qualquer uma das quatro direções possíveis: para cima, para baixo, para direita e para esquerda. O dano de cada jogador é representado com porcentagens mostrado na interface. Quanto mais alto for o nível de dano, mais distância um mesmo golpe irá provocar, até fazer com que o personagem seja colocado de fora da tela, perdendo uma vida. Durante as partidas, caem itens ligados às séries dos jogos representados pelos personagens presentes no jogo, que podem ser usados por qualquer um que esteja na arena. O jogo difere da maioria dos jogos de luta tradicionais, que representam a energia dos jogadores em barras, e tem como objetivo subjugar o adversário. Depois do grande sucesso do primeiro jogo da série, a Nintendo produziu os novos jogos conforme foram saindo os novos consoles da empresa.
A série apresenta diversos personagens das franquias mais populares da Nintendo, incluindo MarioDonkey KongLinkSamus AranFox McCloudKirby e Pikachu. O Super Smash Bros. original tinha apenas 12 personagens jogáveis, com a contagem de personagens aumentando em cada jogo sucessivo

                                    Super Smash Bros. (1999)

Super Smash Bros. foi introduzido em 1999 para o Nintendo 64. Foi lançado em todo o mundo depois de vender mais de um milhão de cópias no Japão. O jogo possui 12 personagens, dos quais 8 estão disponíveis desde o início, e outros 4 personagens destraváveis​​, todos eles de franquias da Nintendo ou de suas desenvolvedoras.
Até quatro pessoas podem jogar no modo multiplayer (Versus), com as regras específicas de cada partida a ser determinada pelos jogadores. Existem dois tipos diferentes que podem ser escolhidas: Tempo, onde o jogador com o maior número de KO's no final do tempo programado vence, e Estoque, onde cada pessoa tem uma quantidade de vidas, e quando eles se acabam, o jogador é eliminado. Há 9 fases jogáveis ​​no modo Versus, 8 baseadas em cada um dos personagens iniciais e uma fase secreta, que o jogador deve liberar.
Existe um modo de jogo single player em que um jogador é incluído em um modo de aventura que o jogador enfrenta uma série de adversários, com a possibilidade de mudar a dificuldade de acordo com a preferência do jogador. Existem outros modos single player, como treinamento e vários mini-jogos.

                                Super Smash Bros. Melee (2001)

Super Smash Bros. Melee foi lançado 21 novembro de 2001, no Japão, 03 de dezembro de 2001, na América do Norte, 24 de maio de 2002, na Europa e 31 de maio de 2002, na Austrália para o GameCube. Ele tinha um orçamento maior e a equipe de desenvolvimento do Super Smash Bros., e foi bem recebido com avaliações muito melhores que seu antecessor entre os críticos e consumidores. Desde o seu lançamento, Super Smash Bros. Melee já vendeu mais de 7 milhões de cópias e foi o jogo mais vendido do GameCube.
Super Smash Bros. Melee apresenta 25 personagens, dos quais 15 estão disponíveis inicialmente, duas vezes mais que o número de personagens de seu antecessor. Há também 18 fases disponíveis inicialmente e mais 11 fases secretas, totalizando 29 fases.
Ele introduziu dois novos modos single-player ao lado do modo clássico: modo aventura, modo eventos e modo All-Star. Modo de aventura tem plataformas de segmentos semelhantes ao mini-jogo original "Race to the Finish", All-Star é uma luta contra cada personagem jogável no jogo, permite que o jogador apenas uma vida em que o dano é acumulado ao longo de cada batalha e um número limitado de itens de cura entre as batalhas, e o modo eventos é uma série de pequenos desafios que implica situações diferentes de combate.

                            Super Smash Bros. Brawl (2008)

Apesar de um terceiro jogo do Super Smash Bros. tinha sido anunciado muito antes da E3 2006, a Nintendo revelou a sua primeira informação na forma de um trailer em 10 de maio de 2006, e o jogo foi chamado Super Smash Bros. Brawl. O trailer apresentando Solid Snake, de Metal Gear, da Konami, marcando a primeira vez que um personagem de terceiros tinha sido introduzido como um personagem jogável na série Super Smash Bros.; um segundo personagem de terceiros também foi confirmado como um personagem jogável e foi Sonic da Sega, do ex-rival da Nintendo, apresentado em 10 de outubro de 2007. Super Smash Bros. Brawl foi lançado no Japão em 31 de janeiro de 2008, na América do Norte em 9 de março de 2008, na Austrália em 26 de junho de 2008, e na Europa em 27 de junho de 2008. Brawl é também o primeiro jogo da franquia que apoia o jogo on-line, através da ligação Nintendo Wi-Fi e oferecem a possibilidade para os jogadores para construírem suas próprias fases originais.
Brawl também apresenta compatibilidade com quatro tipos de controladores (o Wii Remote de lado, o Wii Remote e o Nunchuk combinados, o classic controller, e o controle de Gamecube), enquanto seus antecessores utilizava o controlador projetado para o determinado sistema. O jogador também tem a capacidade de alterar a configuração dos controles e do tipo de controlador.
Super Smash Bros. Brawl possui um modo de aventura novo intitulado Super Smash Bros. Brawl: The Subspace Emissary (O Emissário do Subespaço). Este modo apresenta histórias de personagens únicos, juntamente com os níveis secundários numerosos chefes de rolagem e múltiplos inimigos para lutar, assim como cenas de CG cortadas que explicam o enredo. The Subspace Emissary apresenta um novo grupo de antagonistas do chamado Exército do Subespaço, que são guiados pelo Ministro Antigo. Alguns desses personagens inimigos apareceu em jogos anteriores da Nintendo, como Petey Piranha da série Mario e um esquadrão de Robs baseado no clássico hardware da Nintendo. The Subspace Emissary também possui um número de inimigos originais, como o Roader, um monociclo robótico, o Bytan, uma criatura de olhos parecida com bola, que pode se replicar, se deixado sozinho, e os Primids, os inimigos que vêm em muitas variações. Embora primeiramente um modo single-player, The Subspace Emissary permite multiplayer cooperativo. Há cinco níveis de dificuldade para cada estágio, e não há um método de aumentar o poder dos personagens durante o jogo. Isto é feito colocando adesivos coletados na parte inferior do troféu de um personagem entre as fases para melhorar vários aspectos de um lutador.

         Super Smash Bros. para Nintendo 3DS e Wii U (2014)

Nintendo lançou a versão para Nintendo 3DS no dia 3 de Outubro de 2014, e a versão para Nintendo Wii U em 21 de Novembro do mesmo ano, desenvolvido pela mesma, Sora Ltd e juntamente com a empresa Namco Bandai com alguns dos membros da equipe de desenvolvimento da série Tekken que será lançado para Wii U e pela primeira vez o jogo vai chegar para o portátil da Nintendo, no caso o Nintendo 3DS. O produtor de Tekken, Katsuhiro Harada, afirmou que gostaria de adicionar personagens da série Tekken nos novos títulos de acordo com a vontade dos jogadores. A Namco Bandai e a Sora Ltd. dividiram o feedback em dois lados no primeiro lado existe um grupo de jogadores que concordam com Katsuhiro Harada e querem os personagens de Tekken e de Soul Calibur nos novos títulos, e do outro existe um grupo que discordam e não querem a presença dos personagens de Tekken. Então existem dois lados diferentes e fica difícil para as empresas Sora Ltd. e Namco Bandai escolherem uma delas. Então, Harada disse que os jogadores não devem se preocupar.Já foram confirmados muitos personagens, por enquanto são esses: Meta Knight, Robin (Mulher/Homem), Lucina, Captain Falcon, Pac-Man, Ike, Ness, Palutena, Charizard (Sozinho), Yoshi, Mii Fighter, Zero Suit Samus, Greninja, Diddy Kong, Lucario, Little Mac, King Dedede, Rosalina e Luma, Marth, Sonic The Hedgehog, Toon Link, Princesa Peach, Luigi, Pikmins e Olimar, Mario, Villager (Animal Crossing), Donkey Kong, Link, Mega Man, Samus Aran, Kirby, Wii Fit Trainer, Fox, Pikachu, Bowser, Pit. Também foi confirmada a presença de Mewtwo em 2015, mas apenas como uma DLC, que poderá ser obtida comprando-a, ou ganhando-a caso tenha comprado as duas versões do jogo. Outros personagens em DLC confirmados são Lucas, Roy, Ryu, Cloud, Corrin e Bayonetta.

                               Super Smash Bros. Ultimate

Na típica apresentação Nintendo Direct de 8 de março de 2018, a empresa anunciou que Super Smash Bros viria para Nintendo Switch, ainda no mesmo ano. Os Inklings de Splatoon, tanto em versões Boy e Girl, entram, pela primeira vez, na série Smash. No teaser trailer, era ainda perceptível ver Mario, Samus, Bowser, Pikachu, a versão de Breath of the Wild de Link (Hyrule Champion) e vários outros personagens da série escondidos nas sombras da chama do simbolo de Smash Bros. Na E3 de 2018, foi revelado que o jogo se chamaria Super Smash Bros. Ultimate, e que todos os personagens de todos os jogos Smash anteriores voltariam. O jogo está previsto para ser lançado no dia 7 de dezembro de 2018.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Homenagem a Pokemon Let's Go

                                                 Pokémon Green/Red/Blue
Primeiras versões do game, Green, Red e Blue foram responsáveis pelo o estouro de popularidade da série. O visual era simples, graças às limitações do Game Boy, mas o carisma dos monstrinhos já era marcante.
                                                           Pokémon Yellow
Com o grande sucesso da animação inspirada na série, a Nintendo resolveu lançar uma adaptação dos primeiros títulos, com destaque para o poderoso Pikachu em Pokémon Yellow. Mais do que isso, o game ganhou melhorias em seu visual, em especial no design dos monstrinhos.
Pokémon Gold/Silver
Apostando nas cores do então novíssimo Game Boy Color, Gold e Silver também traziam toda a nova geração de criaturas, incluindo novos Pokémons iniciais, lendários e um mapa completamente novo.
Pokémon Crystal
A tradicional “versão turbinada” se tornaria uma constante na série, e marcou presença mais uma vez com Crystal, que é uma reedição de Gold e Silver. A grande novidade foram Pokémons com animações, dando mais vida às batalhas do game.
Pokémon Ruby/Sapphire
Primeiros títulos da era Game Boy Advance, os jogos trouxeram o primeiro grande salto no quesito visual, com Pokémons, treinadores e cenários muito mais detalhados, além de bonitas combinações de cores e novas mecânicas.
Pokémon FireRed/LeafGreen
Remake dos primeiros títulos da série, FireRed e LeafGreen fizeram muito sucesso entre os antigos fãs da série, graças ao retorno dos clássicos monstrinhos da primeira geração. Os novos gráficos ajudaram a revitalizar o antigo game, que se tornou ainda mais atraente para os novos jogadores.
Pokémon Emerald
Versão melhorada de Ruby e Sapphire, Emerald trazia uma enorme variedade de monstrinhos, mas pouco mudou no quesito gráfico, já que o visual continuou praticamente o mesmo das versões anteriores.
Pokémon Diamond/Pearl
Lançadas em 2008, as versões marcaram a estréia da série principal no Nintendo DS, e trouxeram belíssimos gráficos, com direito a novas animações, efeitos de ataques e mapas ainda maiores.
Pokémon HeartGold/SoulSiver
Outro bem vindo remake, dessa vez dos aclamados Gold e Silver, originalmente lançados em 1999. Seguindo o estilo visual de Diamond e Pearl, o game agradou a comunidade de fãs com o retorno da memorável aventura, com direito a algumas novas mecânicas, e gráficos muito bonitos.
Pokémon Black/White
Chegando ao Nintendo DS e 2010, os títulos focavam um pouco mais no enredo, e também impressionaram pelas novidades na parte gráfica. Com apresentação mais refinada, o game também usava a tela de toque do portátil para facilitar a interação com os menus.
Pokémon Black 2/White 2
Primeira continuação direta da série principal, BlackWhite 2 deram sequência à história do primeiro título da série, e também pegaram carona na bonita identidade visual do game, mas sem deixar de adicionar novas animações e elementos.
Pokémon X/Y
Entre os títulos mais aguardados dos últimos tempos, Pokémon X e Y chegaram com a responsabilidade de iniciar a atividade da série no portátil Nintendo 3DS, que ainda não havia recebido uma versão exclusiva.

Os gráficos impressionaram pela qualidade, com Pokémons extremamente bem desenhados, e com movimentos pra lá de fluidos. Outra novidade foi a inclusão do modo 3D, suportado pela tela superior do portátil.
Pokémon Omega Ruby/Alpha Sapphire
Mais recente game da série, Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire são remakes dos clássicos títulos do Game Boy Advance, que marcaram a série pela introdução de diversas novidades.
Os games aproveitam do poder do Nintendo 3DS para modernizar os cenários, personagens e Pokémons do título, sem esquecer de mecânicas mais atuais, como as mega evoluções e o modo 3D

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Top 3 Demakes

A os remakes como não conhecê-los como o de Ducktales









ou de Tomb Rider.












Mas hoje não irei falar deles e sim dos demakes, mas antes o que e um demake ?!
Demake arte de pegar um jogo atual como god of war e deixá-lo com graficos mais antigos.

Agora vamos a lista

-1 d-pad hero
Um nostálgico fã da geração 8 bits e de Guitar Hero conhecido apenas como Kent resolveu desenvolver um demake usando apenas o controle do NES. 

O impressionante do Guitar Hero de NES são as quatro músicas que foram sintetizadas em midis: Sweet Child o'Mine, do Guns ‘n Roses; The Way you Make me Feel do Rei do Pop, Michael Jackson; The Swing of Things do A-ha e Harder, Better, Faster, Stronger, do Daft Punk. Todas as músicas transformadas para o hardware do NES e tocam, dentro das limitações do hardware, de forma perfeita. 

O jogo faz miséria com dois botões, e combinando o direcional com os botões chega-se a até seis combinações diferentes, ultrapassando até mesmo os cinco botões coloridos das guitarras originais de Guitar Hero. 

-2 goldeneye 2D
A Rare criou um dos maiores sucessos do Nintendo 64 com GoldenEye. A memória dos ótimos modos singleplayer e multiplayer do jogo valeu um remake pela Activision, lançado recentemente para o Wii. O que a produtora não esperava é que um grupo de programadores chamados Perfect Run tivesse seguido o caminho inverso antes que James Bond debutasse no Wii, com um demake de GoldenEye em 2D, usando o hardware preto e branco do GameBoy.

As armas são adquiridas conforme o jogador for matando seus inimigos e vão de pistolas a rifles com alto poder de fogo. Mesmo com todo esse armamento a dificuldade é alta e o jogador tem apenas uma barra de vida. Quando ela esgota é Game Over na hora. Não importa em que fase morreu, o jogo sempre começa tudo novamente, trazendo de volta também a memória de como os jogos eram cruéis naquela época.

-3 Hold me Closer, Giant Dancer

O estúdio Team Ico nem existia na década de 80, mas o entusiasta conhecido como BigPants se esforçou para imaginar como seria Shadow of Colossus naquela época. O demake se chama Hold me Closer, Giant Dancer! e, como o nome indica, teve que mudar muito para virar o Shadow of Colossus de TRS-80. Mas seu brilho não foi ofuscado. Wanderer, o protagonista, perdeu todos os seus polígonos e virou apenas um ponto. Um ponto que tem o dever de perseguir cada colosso acertando os locais certos para matá-lo. Aqui, ao contrário do original, os pontos fracos não estão sempre à mostra e o jogador precisa procurá-los para derrotar os gigantes. Como o antigo computador não suportava som e exibia pouquíssimas cores, o demake segue essas limitações. 

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